Debater táticas e estratégias adotadas pelos treinadores de Grêmio e Inter sem pudores. Lembrem-se dos jogos de botão puxador no Mimo, ou dos clássicos manuais da Copa do Zé Carioca, e inspirem-se: é a vez do treinador interativo!

11/02/2006

Figuerra

- Mesmo de longe, nas cadeiras, a mão do treinador alcança os seus comandados. Vejamos:
- Sabemos que o Alessandro não é o Carlos Alberto Torres redivivo. Mas é melhor que o Patrício. Portanto, quem insiste em contar com Patrício merece a retribuição à altura que o próprio Patrício concedeu ao protetor Mano Menezes, entregando o jogo.
- Aquele gol desconexo, no estádio em ebulição, matou o Grêmio. Todo o restante foi conseqüência da patética aberração protagonizada pelo lateral de Mano Menezes.
- Não falarei de Ramon, aliás, outro protegido. Só afirmo que, duvido muito, ele consiga atar as chuteiras do Paulo Ramos. Só isso.
- Rômulo fez um curso intensivo de desperdício de gols feitos. Ontem à noite recebeu a diplomação - dizem as más línguas, foi aprovado com louvor e com uma estrelinha no boletim.
- E o Escalona me racha a cara.