Debater táticas e estratégias adotadas pelos treinadores de Grêmio e Inter sem pudores. Lembrem-se dos jogos de botão puxador no Mimo, ou dos clássicos manuais da Copa do Zé Carioca, e inspirem-se: é a vez do treinador interativo!

10/04/2006

Porcaria

- O Palmeiras, vulgo Porco, chega sem Tite, desfalcado, um rascunho da caricatura de algo que um dia foi, quando mparado pela multinacional italiana de laticínios. Mas é o Palmeiras, e muitos entre os jogadores escalados hoje fardariam no Grêmio. Até o Chiquinho, no banco do Palmeiras, seria titular tricolor.
- Sem Lucas - o Grêmio fez bem não se debatendo contra a convocação do volante, afinal, atuar pela Seleção agrega valor ao bem mais precioso do Olímpico - Sandro Goiano entra. Reprisando 2005, o Grêmio sentirá menos na defesa, com a segurança dele, do que no ataque. Dá para liberar mais o Leo Lima (sem firulas) e o Hugo, compensando a falta dessas investidas diagonais e surpreendentes do Lucas.
- Se o Tcheco não jogar, eu escalaria Herrera no lugar. Rafinha, com todo o respeito que devo à dedicação dele, poderia jogar num dos tabuleiros de botão do Mimo, ali na Fernando Machado.
- O melhor jogador do Grêmio estará nas arquibancadas - o tricolor tem a segunda melhor média de público somadas as três divisões nacionais. Méritos para a Geral, que apesar de todos os equívocos na hora do confronto com rivais, revigorou e rejuvenesceu uma torcida que estava na UTI. Repercutindo, inclusive, no lançamento de um genérico no Beira-Rio.